MARQUISES · BELO HORIZONTE

Laudo de marquise em Belo Horizonte: fiscalização, risco e manutenção

Marquises estão diretamente expostas ao tempo e projetadas sobre áreas de circulação. Infiltração, corrosão, desplacamentos e deformações merecem atenção técnica antes que evoluam para uma condição de risco.

Marquise é proibida em Belo Horizonte?

É importante evitar uma simplificação. A legislação municipal restringe elementos de fachada que avancem sobre o passeio, mas existem marquises antigas e situações específicas tratadas pelo Código de Edificações. A Prefeitura também fiscaliza a conservação de marquises existentes.

Portanto, a análise deve considerar a data, a situação urbanística, o projeto existente e o estado de conservação, em vez de partir da afirmação genérica de que toda marquise seria proibida.

Quando a PBH pode exigir laudo?

No roteiro público da SUFIS existe verificação específica para marquise que apresenta sinais de infiltração e/ou indícios de risco ao pedestre, incluindo a apresentação de laudo técnico referente às condições de risco e estabilidade.

A PBH também mantém um programa de monitoramento preventivo de obras e edificações com atenção às fachadas e marquises, especialmente em áreas de maior circulação.

O que deve ser observado na vistoria?

  • fissuras, trincas e deformações;
  • infiltrações, falhas de impermeabilização e drenagem;
  • corrosão aparente e desplacamentos de concreto;
  • intervenções anteriores, furos, cargas ou equipamentos adicionados;
  • condições de revestimentos e elementos que possam se desprender;
  • projetos, reformas e histórico de manutenção, quando disponíveis.

NBR 6118:2026 e marquises

A atualização de 2026 da NBR 6118 trouxe ajustes de segurança relacionados a elementos em balanço e foi divulgada pela ABECE com destaque para armaduras destinadas a reduzir o risco de colapso de marquises. Em estruturas existentes, porém, a análise precisa partir do que efetivamente foi construído, do estado de conservação e das informações disponíveis.

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PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas comuns

Não necessariamente. A água pode iniciar ou acelerar mecanismos de deterioração e corrosão. É preciso avaliar a origem, a extensão e possíveis reflexos sobre concreto, armaduras, revestimentos e drenagem.

Demolições e alterações de elementos estruturais exigem planejamento, responsabilidade técnica e verificação das exigências municipais. A solução deve ser definida caso a caso.

Não. O laudo pode identificar condições e orientar providências, mas a conservação e as intervenções necessárias continuam sendo responsabilidade do proprietário ou responsável pela edificação.

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Quanto mais objetiva for a descrição inicial, melhor será o direcionamento sobre vistoria, documentos e escopo.

ServiçoLaudos Técnicos
AtendimentoBelo Horizonte e Região Metropolitana
ResponsabilidadeEngenharia Civil · CREA-MG